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Mostrando postagens com o rótulo As besteiras que invento

As peripécias infantís do garoto Neponucemo Gentil

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Mãe é mãe! E filho que respeita mãe só precisa escutar o jeito dela falar. É, mas, às vezes o garoto Neponucemo Gentil entrava no coro porque abusava do medo da mãe. PS: Os desenhos estão toscos por causa de preguiça de escanear. À mão faço tão bem quanto o Bill Watterson (kkk). E, também, uso um software bem rococó pra desenhar digitalmente. Perdoe-me! Mas, se fizer sucesso e demandar mais tiras - ou quem sabe pintar um contrato para a página de tirinhas de algum jornal - prometo fazer como se deve na próxima. NEPONUCEMO GENTIL

Do tempo que perna de meia-calça virava touca

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Vamos fazer assim: liga o som aí antes de começar a ler a postagem. O Dia dos Namorados está chegando e a gente pode fazer a leitura acontecer num clima romântico, além de nostálgico. Se o negócio é música romântica, então, inevitavelmente teremos que recorrer às canções da década de 1970. Ô povo que era romântico, sô! Não é à toa que atribuem canções setentistas aos emos. Mas, por falar nisso, você dançava música lenta nas festas? É, música lenta? Lembra não? Ia-se para as festas, agitava com a disco , depois tinha o momento black (Get on up/like a sex machine), para depois vir a parte que todo mundo tava esperando, uns para chegar no "broto", outras para ver chegar um "cara pinta" chamando para dançar. E para nós homens era adrenalina pura: "tomar uma cortada" (significa: a garota não aceitar o convite) era algo que estragava não só a noite, mas também a vida. E era bacana. As festas aconteciam geralmente no terreiro das casas. Esvaziava-se a sala. Os ca...