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Mostrando postagens com o rótulo brincadeiras

Os saudosos jogos de dama na Rua Albatroz

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 Que tal recordarmos as primeiras postagens do canal Meninos da Rua Albatroz antes de iniciarmos publicações novas no canal? Aí vai a primeira publicação do canal. Para acessar no canal:  https://www.youtube.com/watch?v=7j_4twwXYwc&t=2s Um review pela história do jogo de damas.

Coisas que rolam no grupo do Whatsapp dos Meninos da Rua Albatroz

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 Não resisti em deixar registrado o naipe de conversas no grupo de Whatsapp Os meninos da Rua Albatroz. É muito frequente algum membro jogar mensagem que dão origem à fileiras de comentários contendo cooperação com memories. Já passamos uma tarde à relembrar nomes de bares, danceterias e lojas do comércio de Belo Horizonte e interior de Minas Gerais, nomes de pilotos da Fórmula 1, nomes de bandas de música dos anos 1970 e 80. E hoje, um dos membros, aproveitando a Olimpíada de Tokyo nos pôs para relembrar nomes de esportistas, como falamos, das antigas. Passou por lá nome de voleibolistas, basquetebolistas, futebolistas, tenistas, surfistas. E por aí foi! Dei lá meus nomes e gostei tanto da brincadeira que resolvi postar um vídeo que gravei usando o meu sebo pessoal. Vou deixar registrado aqui também!

Cavalinho de madeira

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Também chamado de Cavalinho Pula-pula, era o ganha-pão de muito artesão e o combustível para a criançada adentrar no mundo dos cowboys. Montar num desses e brincar de faroeste pelo quintal, com um revólver de espoleta em uma das mãos, um chapéu de couro cobrindo a cabeça e o cinturão de bang bang segurando as calças é que era imaginação. Os meus eram sempre o Trigger.  E eu o Roy Rogers. Eu lia muito faroeste da Ebal, mais precisamente as revistas do Paladino do Oeste. Mas, a Crás com o Kactus Kid não podia ser dispensada. Eu completava a viagem assistindo filmes de faroeste, principalmente os com o John Wayne. E desenhos animados sérios: O u caricatos: Links: Xerife Hoot Kloot https://www.youtube.com/watch?v=hVjaWHY22Dw Depatie-Freleng, 1969. Lucky Luke https://www.youtube.com/watch?v=lv7RP4akiiw Hanna-Barbera, 1984. Meu pai e meus tios curtiam livros de bolso contendo contos de faroeste. Inspirado, eu até cheguei a escrever alguns na época para eu e meus primos lermos. (Rs!) Bai...

A pedagogia por trás dos brinquedos

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Este vídeo é o primeiro a focar nos brinquedos e brincadeiras que surgiram ou eram populares entre os infanto-juvenis da década de 1970. Foca especialmente no brinquedo Vai-vem da fabricante Estrela. Conheça a importância que reside na adoção do brincar na formação do caráter das crianças, que provê ganhos inclusive no campo profissional quando vier a fase adulta.  Página para aquisição do livro: AAVítor

A quem pertence o objeto?

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Vamos brincar? Então, volte ao passado na sua memória e responda nos comentários a sequência correta de combinação do número da coluna da esquerda com a letra da coluna da direita. Rolam dessas brincadeiras no nosso grupo no Whatsapp!

Fanzine Os meninos da Rua Albatroz #02

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Vamos nos divertir com mais uma edição do nosso fanzine preferido? POR QUE VAMOS AO SUPERMERCADO? O livro " Os meninos da Rua Albatroz " propõe vários porquês de fazermos o que fazemos ou de agirmos como agimos. Com base nisso, inauguro com esta postagem uma série baseada no livro, que apresentará todos os estudos que foram realizados para que esses porquês fossem discutidos na obra.  Os supermercados surgiram na sociedade capitalista devido ao advento da Grande Depressao, ocasionado pela quebra da bolsa de valores de Nova York em 1929. Os estabelecimentos de varejo da ocasião utilizavam um sistema de vendas que necessitava o emprego de um ou mais atendentes, os quais ficavam de um lado do balcão pegando as mercadorias lhes solicitadas e destinando os clientes ao caixa ou fazendo eles próprios a cobrança. Processo que era muito lento para se vender a quantidade de mercadorias que se precisava vender no dia para que os estabelecimentos pudessem quitar seus compromissos. A qued...

Travessuras de escola

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Acordei e fui pra escola. Né? E até que entrei bonitinho na sala de aula. Respondi a chamada, ganhei presente na caderneta... maior caxião... prestei atenção no quadro negro (que era verde) e braviamente fui até ele escrever as palavras do "ditado" que a professora ordenou. Taí a prova, ó, ninguém pode dizer que é montagem. Escrevendo com giz colorido e tudo... Na hora do recreio, os meninos no pátio da escola brincavam de Montinho. Mas, como eu era comportadinho e sabia que os bedéis acabavam com essa brincadeira rapidinho, preferi entrar no Ranca. E sem bola. Os caras arrumaram um frasco de desodorante Van Ess. É que essa brincadeira também é malquista pelos bedéis. Então, um dos meninos deu a ideia de brincarmos de Pegador de Bóia. Todo mundo fez o tinino e concordou. O mesmo cara levantou a palma da mão e gritou que quem colocasse o dedo embaixo por último ia ser o pegador. Aí é assim: o cara era o maior da turma. Levantou lá no altão a mão. Eu o mais baixinho. Cheguei em...

Brincadeira do carro preferido

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Você já brincou da brincadeira mostrada no vídeo? Dê uma espiadinha. E era relativamente fácil aprender quais eram os carros populares, que todo mundo tinha e que era mais provável aparecer nas pistas das avenidas. Bastava dar uma olhada nos próprios brinquedos. Não precisava de tanto, bastava um desses e eu já estava satisfeito. Era um pouco sacal o fato de o ferrinho das rodas soltarem toda hora, mas a gente gostava de brincar era com eles. Não adiantava nos seduzir com o fusquinha Bate e Volta da Estrela. Ou melhor, se prometesse ia ter que cumprir.  Os carrinhos de plástico tinham o adicional de poderem ser encontrados até nas mercearias. As lojas específicas de brinquedos não estavam em voga ainda. E as poucas que haviam ficavam bem distantes das periferias. É por isso que até hoje a gente vê brinquedos sendo vendidos em papelarias e outros comércios menos esperados. DÊ UMA VOLTA PELO TEMPO NAVEGANDO NESTE BLOG PELAS POSTAGENS ANTERIORES.