Do banho tcheco à ducha Corona
Eram um pouquinho chatos aqueles dias em que dava as cinco da tarde e se tinha que colocar a água para ferver no fogão à lenha improvisado quem não tinha ebolidor de fábrica ou não sabia improvisar um, montar a bacia de alumínio no cômodo destinado a ser o banheiro, temperar a água, porque água pelando ninguém merece, pegar a bucha vegetal ou a esponja, o sabonete Gessy, Lifebuoy, Phebo, Lux de Luxo Rexona ou Vale quanto pesa para esfregar no corpo e depois jogar água com canequinho para tirar a espuma do corpo. O famoso banho tcheco. Até que um dia apareceu... E os banhos passaram a ser cantarolantes debaixo do chuveiro. No livro "Os meninos da Rua Albatroz" o banho tcheco aparece na página 54: Clique para ampliar! O extinto, que não deixou quem registrasse sua história, sabonete York é mencionado duas vezes em banhos de bebês. E a ducha Corona - não precisa temer o nome - marca presença na página 102, que menciona o jingle bastante...