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Mostrando postagens com o rótulo economia

Compartilhando baú digital

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Se aquela ideia que diz que no momento da morte  recordamos toda a vida estiver correta e valer para todo mundo, se houver tempo para se refletir, se constatará que o que fez marcar os momentos, felizes ou não, que tivemos e impressionaram a mente para o ponto de resgatá-los à memória nesse instante final foram coisas como: As viagens, passeios, que fizemos (os locais onde estivemos); Pessoas que conhecemos e que foram importantes; Momentos especiais que nada têm a ver com os dois anteriores. E perceberemos que em cada momento revivido havia elementos em comuns, que puderam ser identificados em diversos momentos diferentes. E esses elementos, pelo menos para o Homem moderno teriam relação com alguma arte ou trabalho literário e seriam: música; dramaturgia (inclui a teledramaturgia); literatura; artes plásticas; arte gráfica. E o contato com essas artes e trabalhos literários ocorrem através: ambientes para leitura; cinema; teatro; galerias; shows; televisão; rádio; toca-discos e fi...

A Indústria é contra nós das antigas

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  Obsolescência planejada é uma prática da indústria que visa obrigar o consumidor a trocar dentro de certo prazo um produto que comprou. Significa forçar o sujeito a gastar nos estabelecimentos comerciais o mais frequente possível. Com isso a indústria garante seu lucro, o de seus parceiros de negócios e o emprego de várias pessoas, que são vistas mais como consumidores que fazem a roda girar continuamente do que como entes que precisam do emprego para arcar com o seu sustento e o dos seus. Focada nessa estratégia, a indústria verifica os hábitos dos consumidores que os ajudam a fazer perdurar os produtos que utilizam e busca sabotar esses hábitos. Ora tirando do mercado itens de refil (conteúdo descartável de alguns produtos, que pode ser substituído), que é o caso da maioria dos que veremos na lista abaixo, ora fazendo circular informação falsa ou questionável para desencorajar o costume – caso das pilhas, que o consumidor costumava colocar dentro do freezer da geladeira para re...

Batizando um estilo de vida

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Até aqui falamos sobre minimalismo, vida em harmonia com a natureza- do jeito campestre -, os povos entre si, as plantas e os outros animais. Buscamos a independência total da vida urbana, incluindo para obtenção de energia elétrica, prezando fontes renováveis e energia livre. Também incluímos no estilo de vida em desenvolvimento a manutenção de boa saúde, boa cultura, culinária agradável, busca por resgate de épocas, com foco em valores e costumes. Vida totalmente sustentável e independente. Existência que vale a pena o pouco tempo que temos na Terra. Economia de subsistência típica de comunidades rurais livres. Onde prevalece o trabalho autônomo ou o teletrabalho, a troca de produtos e serviços como moeda pessoal e a ausência de bancos para guardar valores. A solidariedade como a que reside nos mutirões também vale como moeda. A prática de esporte se dá em modalidades que não dependem de estrutura urbana para serem praticadas. E a arte e literatura ocorre dentro da filosofia " f...

Vivendo num só amor

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 O já falecido cantor, compositor e músico jamaicano Bob Marley foi seminal quando compôs a canção "One love" e junto com os Wailing Wailers, sua banda original, lançou em um single, embora 1977, quando a canção fez parte do álbum "Exodus", de Marley e os Wailers, é que o reggae de raiz alcançou o grande público, o contaminando com a sensação de busca pela harmonia e pelo amor ao próximo, que tanto a melodia quanto a letra da música provocam em quem a escuta. Bob Marley & The Wailers Single de 1965 Álbum Exodus Clique para biografia do artista na Wikipédia:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Bob_Marley Clique para informações sobre o álbum: Exodus . Veja o clipe oficial. Conheça no vídeo abaixo a letra da canção. Bem, como comunicamos nas últimas postagens, o foco deste blog a partir delas passou a ser a propagação de um estilo de vida substituto para o que temos mantido desde os anos 1960, que é discutido no livro " Os meninos da Rua Albatroz ". Um estilo...

Uma ideia ao apagar das luzes

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Geralmente, quando se tem uma ideia, uma lâmpada acende-se pairando sobre a sua cabeça. Pelo menos é assim nos quadrinhos e nos filmes, desenhos animados e seriados de TV.  Mas, ocorreu-me uma inspiração por eu ter tido interrompida a energia elétrica da casa onde eu estava, devido a um curto-circuito que queimou a fiação. Eu me preparava para assistir pelo Youtube uma série de vídeos educacionais, que discorrem sobre História e Geopolítica, dos quais eu absorveria informação para compor um texto literário. Vi minha motivação frustrar-se quando veio o corte de energia elétrica. Eu usava um notebook com a bateria quase completa, mas, e o sinal de internet, que também precisa de energia elétrica para funcionar, como eu poderia acessar, carregar e exibir os vídeos sem ele? Bem, uma fiação danificada pode ser trocada. O tempo que leva para isso pode nem ser tão longo. E enquanto eu esperava eu procurei entre minhas coisas algo que eu pudesse utilizar tanto para me manter motivado quant...

Fanzine Os meninos da Rua Albatroz #02

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Vamos nos divertir com mais uma edição do nosso fanzine preferido? POR QUE VAMOS AO SUPERMERCADO? O livro " Os meninos da Rua Albatroz " propõe vários porquês de fazermos o que fazemos ou de agirmos como agimos. Com base nisso, inauguro com esta postagem uma série baseada no livro, que apresentará todos os estudos que foram realizados para que esses porquês fossem discutidos na obra.  Os supermercados surgiram na sociedade capitalista devido ao advento da Grande Depressao, ocasionado pela quebra da bolsa de valores de Nova York em 1929. Os estabelecimentos de varejo da ocasião utilizavam um sistema de vendas que necessitava o emprego de um ou mais atendentes, os quais ficavam de um lado do balcão pegando as mercadorias lhes solicitadas e destinando os clientes ao caixa ou fazendo eles próprios a cobrança. Processo que era muito lento para se vender a quantidade de mercadorias que se precisava vender no dia para que os estabelecimentos pudessem quitar seus compromissos. A qued...