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Colcha de chenille

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Você chegava em casa, tirava o sapato e se esparramava sobre o colchão da cama em cima de uma colcha de chenille? A colcha aparece no livro " Os meninos da Rua Albatroz " na página 54, capítulo "Criatividade às vezes aliena", que introduz os assuntos exploração espacial , ufologia , seres extraterrestres e as experiências do Nazismo durante a Segunda Guerra Mundial.

Cavalinho de madeira

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Também chamado de Cavalinho Pula-pula, era o ganha-pão de muito artesão e o combustível para a criançada adentrar no mundo dos cowboys. Montar num desses e brincar de faroeste pelo quintal, com um revólver de espoleta em uma das mãos, um chapéu de couro cobrindo a cabeça e o cinturão de bang bang segurando as calças é que era imaginação. Os meus eram sempre o Trigger.  E eu o Roy Rogers. Eu lia muito faroeste da Ebal, mais precisamente as revistas do Paladino do Oeste. Mas, a Crás com o Kactus Kid não podia ser dispensada. Eu completava a viagem assistindo filmes de faroeste, principalmente os com o John Wayne. E desenhos animados sérios: O u caricatos: Links: Xerife Hoot Kloot https://www.youtube.com/watch?v=hVjaWHY22Dw Depatie-Freleng, 1969. Lucky Luke https://www.youtube.com/watch?v=lv7RP4akiiw Hanna-Barbera, 1984. Meu pai e meus tios curtiam livros de bolso contendo contos de faroeste. Inspirado, eu até cheguei a escrever alguns na época para eu e meus primos lermos. (Rs!) Bai...

Bonitão da bala Chita

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 Dicionário dos anos 70. Ser bonitão nos anos 1970 todo homem queria ser, mas, bonitão da bala Chita nem pensar! A consagrada bala de sabores sortidos além do clássico ananás (o sabor abacaxi era o original do embrião da bala, o drops Chita, lançado em 1945, mas, não fez lá tanto sucesso) fez história na boca da criançada e também na embalagem que trazia um chimpanzé para expressar o nome Chita, a macaca do Tarzan vivido por Johnny Weissmulller, uma paixão do espanhol João Rucian Ruiz, que projetou máquinas para fazer as primeiras balas mastigáveis do Brasil. E aí, sim, macia a Chita  explodiu no mercado de guloseimas recreativas. E essa foto - ilustração a partir de uma foto - virou símbolo de gente que nem é lá tão grande coisa mas se acha "beleza pura" (outro bom termo para o nosso dicionário). Acompanhe a história da bala, que está de volta ao mercado já há algum tempo , hoje  fabricada pela Cory : https://www.propagandashistoricas.com.br/2014/09/historia-da-bala...

Roda o baleiro, seu Zé

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Uns pareciam um robô. Vê-los girar exibindo balas diversas e bolinhas de gude era um passatempo. A indústria alimentícia castigava a gente. Mas, não foi por causa dos doces e balas que haviam dentro dos potes do baleiro que quem das gerações que cultuaram o baleiro e que não mais está vivo morreu. Rs! Que ironia! Até a saudade disso matou mais! O baleiro aparece na página 251 do livro " Os meninos da Rua Albatroz ", capítulo 71, E a vida de colono continua, que discorre sobre o colonialismo por meio de doces, balas, brinquedos e outros produtos que sofreram as gerações que participaram do processo de industrialização do Brasil.

Tigela malhada

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Você catou arroz pra ajudar sua mãe? Tirava os marinheiros, as pedrinhas. Hoje já vem catado, né? Acreditando nisso é que quebrei um dente. Mas, o must era tirar a quantia certa de arroz da lata com a tigelinha de ferro malhada e fazer os montinhos que iam para lavar. A ordem era: arroz que bóia vira refugo.

Saudades de uma vida saudável

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Além de prever a pandemia, no capítulo "Planejadores do futuro sombrio", o livro " Os meninos da Rua Albatroz " também ensina a cuidar do sistema imunológico, no capítulo "Quando tudo começou", pra vencer por si próprio qualquer virose, verminose, germinose sem uso de vacina ou antibiótico halopático.

Revista Rock Espetacular

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1976, Rio Gráfica Editora, através de uma revista mensal, a editora, hoje Globo, apresentou em alta performance a história do rock até os dias de então. Leia isso com mais detalhes em http://www.anosdourados.blog.br/2019/09/cantinho-dos-anos-70_30.html Já no livro " Os meninos da Rua Albatroz " a referência à revista se encontra na página 194. Segue trecho na imagem. Clique na imagem para ampliar! Compre o livro! O livro atende a todos nós!