Registro de épocas para fins culturais e de informação. Este vídeo traz a reprise da postagem sobre o jogo de damas que foi ao ar na fan page e no canal Os meninos da Rua Albatroz. Relembre os bons tempos da infância!
Dicionário dos anos 70. Ser bonitão nos anos 1970 todo homem queria ser, mas, bonitão da bala Chita nem pensar! A consagrada bala de sabores sortidos além do clássico ananás (o sabor abacaxi era o original do embrião da bala, o drops Chita, lançado em 1945, mas, não fez lá tanto sucesso) fez história na boca da criançada e também na embalagem que trazia um chimpanzé para expressar o nome Chita, a macaca do Tarzan vivido por Johnny Weissmulller, uma paixão do espanhol João Rucian Ruiz, que projetou máquinas para fazer as primeiras balas mastigáveis do Brasil. E aí, sim, macia a Chita explodiu no mercado de guloseimas recreativas. E essa foto - ilustração a partir de uma foto - virou símbolo de gente que nem é lá tão grande coisa mas se acha "beleza pura" (outro bom termo para o nosso dicionário). Acompanhe a história da bala, que está de volta ao mercado já há algum tempo , hoje fabricada pela Cory : https://www.propagandashistoricas.com.br/2014/09/historia-da-bala...
Marca nascida no final dos anos 1980 e ícone da década seguinte, a Divina Decadência é o estudo-homenagem de hoje em nossa série. Link para compra do livro "Os meninos da Rua Albatroz": https://clubedeautores.com.br/livro/os-meninos-da-rua-albatroz
Salve salve senhoras e senhores e rapaziada em geral! Hoje eu estou disposto! Vamos dar um rolé pelos anos 70, pela disco music e todos os babilaques que nos eram... ops... que eram comuns naquela época! O "Uai sô, tô mesmo ficando velho, hein" vai feder por aqui! Vamos nessa então, irmão? 1. Para começar, põe um clipe de música aí para rolar enquanto você desce a página: Provavelmente você dançou esta, né? Mexia os punhos cerrados um sobre o outro como se estivesse chamando alguém para a briga ou enrolando a linha do papagaio em uma manivela; depois levantava a mão esquerda como se tivesse dizendo "estou aqui ó" em sincronia com a perna esquerda, que era esticada como se estivesse marcando o território (daqui até ali é meu), mantendo a mão direita cerrada e sobre o peito; e fechava o revezamento levantando a outra mão e erguendo a outra perna. É, eu sei que era assim! 2. Aí, cocotão, algo que você deve ter vestido e alguém que você deve ter copiado a beça: Cê num...
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